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Concluída mais uma etapa do Brasil Criativo

Observar as macrotendências e não ter medo de ousar. Essas foram as recomendações dadas aos associados da AJORIO que participaram das OFICINAS DE CONCEITO do projeto BRASIL CRIATIVO. O programa é realizado pelo IBGM, em parceria com o SERAE e com o apoio do Sistema AJORIO com o objetivo de fomentar a competitividade da cadeia de gemas e joias. A ideia é criar uma linha de produtos e acessórios visando aos grandes eventos que serão sediados no país durante os próximos anos.

Após dois dias de palestras da consultora Larissa Ortiz, da agência D Brasil, os empresários se sentiram mais confiantes para desenvolver peças que poderão ser comercializadas. Os produtos serão selecionados por uma curadoria e farão parte de catálogos do programa.

Segundo mapeamento da FIRJAN, as empresas da economia criativa já movimentam R$381 milhões ou 2,6% do PIB brasileiro. O desafio atual é profissionalizar esses setores, envolvendo mão de obra, criatividade, design e negócios. O programa Brasil Criativo é uma das soluções encontradas pelo Sebrae para promover o crescimento do setor.

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Durante o evento, Larissa deu dicas para as designers desenvolverem marcas mais fortes e os conceitos que irão nortear suas empresas e o desenvolvimento das peças. “A marca é a cara do dono. Isso não se copia. Ela deve destacar seus atributos. A empresa é o reflexo do ‘eu’ empresário, com suas visões e valores. O produto pode mudar, mas você não”, afirma.

A marca das empresas brasileiras da economia criativa é atrelada diretamente ao país de origem. “Primeiro se vê o país, depois a marca. Brasilidade é o DNA das empresas. Não importa o nicho ou o tipo de produto. Para o Brasil Criativo, é necessário pensar na brasilidade que o mundo quer ver”.

Outra sugestão para as empresas é explorar as vantagens competitivas do país. “A facilidade de produção é chinesa, o design é italiano. Temos que descobrir o que temos de melhor nos processos e investir nele”, afirma. “Não se pode pensar individualmente. Temos que trabalhar juntos. O inimigo não está ao lado”. Larissa pede para que os empresários pensem em nichos, que nem sempre interessam a grandes empresas.

Ela sugere que, em uma época em que todos se preocupam mais com sustentabilidade, os associados desenvolvam peças pensando no conceito “óculos 4D” – onde recursos e resultados sejam pensados em quatro dimensões: reciclar o lixo, agregar valor econômico a ele, gerar emprego para a comunidade e resgatar a cultura local. “O brasileiro ainda sofre da ‘síndrome do vira-lata’. É pessimista. Por isso temos que trabalhar com o positivo, lembrar da cara boa do país”.

Macrotendências, conceito e inovação

Outra dica que pode nortear a criação é observar os ventos da mudança. Essa análise gera inovação. “Todos podem se tornar o número um. É preciso apenas ter coragem para inovar. Não é o grande que engole o pequeno, é o rápido que engole o lento”, brinca. O “efeito uau”, que surpreende o espectador e leva a pergunta do preço para o fim da conversa, também ajuda. “Inovação é ir onde ninguém foi”, diz. “Pelo que posso observar os empresários ainda têm medo de ousar. Ser autêntico é um ato de coragem. É um risco, mas se dá certo, tem um bom retorno”.

Para a criação de peças, Larissa lembra dos “produtos de combate”: com um preço bom, que servem de chamariz a marca. Nem sempre têm boa rentabilidade, mas servem como um meio de comunicação da empresa.

Na linha da sustentabilidade, diversos materiais podem ser usados ou servirem de inspiração, como babaçu, capim dourado, fibra de piaçava, palha de milho, pedras, sementes e cascas, fibra de cana, escamas de peixe, conchas, ossos, trançados manuais, folhas, búzios, madeira, pele de tilápia, penas, metais, lixo urbano e amuletos.

Elementos que representem os valores do povo carioca, como inovação, paz, alegria, beleza, estilo, energia e paixão também podem ser explorados. Poemas, músicas, favelas, significados, crenças, crendices, história, ditados populares, réveillon, bossa nova e Maracanã também são ideias para começar.
Os empresários cariocas tiveram ainda dois dias de consultoria individual para elaborarem suas peças. Larissa se alegrou com a participação e o questionamento dos presentes. “O Brasil está em um momento de questionar, e com isso a gente vai crescer. É do questionamento que a gente aprende”.

Curadoria

As peças que serão sugeridas para integrar os catálogos não precisam ser feitas apenas para a Copa e as Olimpíadas. Elas serão avaliadas por cinco jurados e receberão notas de zero a dez pontos de acordo com cada uma das quatro categorias: criatividade, adequação às macrotendências, adequação ao Brasil Criativo e capacidade de reprodutibilidade em larga escala.

As designers que optarem por produzir suas próprias peças terão prioridade na hora de selecionar as empresas que ficarão a cargo da fabricação dos desenhos.

Serão desclassificados projetos que usarem matéria prima do exterior. As fichas com as propostas de peças podem ser encontradas no site http://www.projetobrasilcriativo.com/ e serão aceitas até o dia 19 de agosto.

Serão selecionados 100 produtos, que estarão distribuídos no catálogo de acordo com os custos de produção: 65 peças terão valor de até R$10; 20 entre R$10 e R$20; 10 entre R$20 a R$50; e 5 acima de R$50. O catálogo será reformulado de seis em seis meses.

Próximas etapas

Acompanhe o planejamento do projeto e fique atento aos prazos e datas:

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