Para o vice-presidente do IBGM, Manoel Bernardes, uma matriz tributária mais justa consiste no principal ponto da agenda desenvolvimentista para o setor de joias, gemas e bijuterias que será apresentada no V Seminário de Atualização Tecnológica e o Setor de Joias e Bijuterias, que a Ajorio, com apoio da Firjan, ICA, IBGM e Sebrae, promove no próximo dia 13 de novembro, no CRAB (Praça Tiradentes, 69 - Centro - Rio de Janeiro). “Esta falta de visão de que o lidamos com um produto diferenciado e que, portanto, merece um tratamento tributário que leve em consideração as suas especificidades é um dos assuntos mais importantes que precisamos discutir”, afirmou.
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Segundo Manoel, que também ocupa os cargos de presidente da Câmara da Indústria do Vestuário e Acessórios de MG e presidente do SINDIJOIAS AJOMIG, esta edição do seminário será um marco na discussão setorial. “A Ajorio dá uma enorme contribuição para o setor, anualmente, do ponto de vista tecnológico. Desta vez, teremos uma discussão mais abrangente, onde vamos falar sobre competitividade, trabalho cooperado, integração com os outros estados, em uma ação nacional. Esta discussão torna-se cada vez mais importante, na medida em que a categoria de produtos vive desafios importantes, junto ao público, junto à questão da qualificação, junto às políticas públicas. A discussão visa a uma melhor integração das expectativas do setor com as políticas públicas. Esperamos que o novo governo federal traga resultados na diminuição da guerra fiscal, no estímulo à atividade econômica, acesso ao crédito e desburocratização em geral”, avaliou.
De acordo com o vice-presidente do IBGM, a época de realização do seminário, com os governantes já eleitos, deve ser aproveitada para que o setor expresse uma voz mais consolidada. “Precisamos de uma agenda própria, e eu considero este momento importante. Não podemos correr o risco de haver uma interpretação errônea de que somos um produto que deve ter uma taxação elevada. Paradoxalmente, é justamente o contrário. Precisamos de uma taxação menor, por causa do não estímulo à informalidade. Mais imposto no nosso caso, a partir de um certo momento, significa menos arrecadação”, explicou.








