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Artigos em Destaque

Momento para o estado ainda não é bom, mas fundo do poço parece ter passado. Um dado, no entanto, preocupa...

Por João Gomes*

O estado do Rio de Janeiro que vinha mostrando alguns indicadores positivos no final de 2016 e que neste terreno ainda permaneceram no primeiro trimestre deste ano, perderam força e nos levam a uma necessária revisão de expectativas para o segundo semestre de 2017.

Assim como para os indicadores nacionais nossa expectativa sobre a massa salarial, que engloba não apenas informações de emprego formal, mas como também de renda disponível, era favorável para o estado. Acontece que já partir dos primeiro meses, mais especificamente no segundo trimestre alguns números acenderam o sinal de alerta, tais como os de crédito para pessoa jurídica e àqueles referentes à inadimplência que subiram de forma bastante significativa refletindo a redução da renda e o avanço da informalidade. Assim, como há defasagem em algumas destas informações, apenas agora podemos entender o porquê de mesmo com uma redução de perdas do saldo entre os admitidos e desligados de todos os setores no Rio de Janeiro (gráfico abaixo) o volume ainda permanece bastante deprimido e bem aquém do observado nos dados do país.

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Fazendo uma análise específica do setor podemos observar que o ritmo vinha bastante acelerado e já tinha, no final do ano passado, reencontrado o terreno positivo. Ou seja, de forma bastante diferente do que naquele momento era observado para o estado, as admissões haviam superado as demissões e pareciam indicar um futuro promissor para o segmento de joias. O que era razoável de ser pensado uma vez que a tendência para naquele momento para renda e crédito eram favoráveis. Infelizmente não foi o que observamos sobre tudo ao decorrer de 2017. Para termos uma ideia nos últimos seis meses dois subgrupos foram responsáveis por algo em torno de 300 postos de trabalho a menos. Assim, o “Comércio Varejista de Artigos de Joalheria” e o “Aluguel de Objetos do Vestuário, Joias e Acessórios” apresentaram os piores resultados dentre os demais analisados. Apesar deste aspecto conjuntural, os dois últimos meses já apresentaram estatísticas melhores impulsionadas por subgrupos voltados para artigos de menor valor.

Este movimento de troca de maior valor agregado para menor valor faz sentido. Isto por que, uma outra variável precisa ser colocada na discussão. A violência. Os números, infelizmente, avançaram de forma significativa e mais fortemente na cidade do Rio de Janeiro. O ambiente desfavorável que se formou recentemente afetou muito as expectativas e não por acaso o gráfico acima nos mostrou uma desaceleração significativa no mesmo período em que foram ampliadas as notícias sobre violência na região. O comércio certamente foi afetado e como a movimentação nas ruas caiu, os eventos diminuíram e, portanto, os alugueis de joias, vestidos e outros, foram reduzidos afetando os dados de emprego como foi observado. 

Assim, apesar de vermos melhora nos números a revisão de expectativas se faz necessária. Precisamos, portanto, ter cautela para afirmar que a recente redução de perdas se trata de uma nova tendência. Um novo fundo não esperado nos foi apresentado, mas ao que parece foi superado. Indicadores de violência, porém, nos deixam com pé atrás. Podemos dizer então que é preciso um trabalho robusto atacando estruturalmente este problema e uma organização mais ampla pública e privada, pois sozinho o estado não nos tira dessa.

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*João Gomes é ex-Superintendente de Economia e Inteligência de Negócio do Senac Rio e atualmente na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro como Assessor Especial de Estudos Econômicos do Gabinete do Secretário.

*João Gomes é ex-Superintendente de Economia e Inteligência de Negócio do Senac Rio e atualmente na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro como Assessor Especial de Estudos Econômicos do Gabinete do Secretário.

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Consumo consciente - Novos significados para o segmento de joias e bijuterias

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

Um produto sustentável é criado levando em consideração o aspecto social, ambiental e econômico. Por isso, é importante utilizar produtos e serviços que façam uso racional dos recursos naturais, diminuindo o impacto negativo ao meio ambiente. Não significa ter que se privar de uma vida mais confortável, mas reduzir, reciclar e reaproveitar são formas de contribuir para a preservação do meio ambiente. Consumir de maneira consciente significa rever hábitos, necessidades e desejos de compra.

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O novo consumidor, decidido e que busca alternativas de baixo impacto ambiental e alto valor social, está incorporando hábitos sustentáveis no dia a dia e procura empresas que tenham as mesmas preocupações. Apesar de estar disposto a pagar mais por um produto que considere sustentável, ele não quer se privar do conforto, então, exige que a marca crie produtos com uma pegada sustentável, mas que ao mesmo tempo seja atrativo.

Baixe o Relatório de Inteligência do SEBRAE Inteligência Setorial e se inspire e aplique nos seus produtos. Clique aqui!

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Formação de Preços

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

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A construção dos preços de produtos e serviços é fundamental para a saúde e para o equilíbrio financeiro de qualquer tipo de empresa. Os preços são afetados pelo posicionamento que a marca deseja obter diante do mercado e, consequentemente, afetam o volume de vendas. Trata-se de um dos processos de maior importância em uma organização e deve estar alinhado com as questões financeiras (custos e despesas) e com a estratégia empresarial.

Este Relatório do portal Sebrae Inteligência Setorial aborda o tema de uma forma mais ampla para o mercado da moda. No dia 25 e 26 de julho, a consultora Karina Achôa, ministrará um curso específico para joias e bijuterias no auditório da AJORIO. Acompanhe nossas redes sociais ou nosso site para saber mais informações sobre esta ação. 

Para conferir o Relatório, clique aqui.

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Sua empresa está na moda?

Por Erica Mendes

A relação de amor e ódio da joalheria com a moda é antiga. Ora a joia está próxima da moda ligada ao vestuário, como acessório fundamental para completar o look, ora está totalmente desassociada por entendermos que ela é atemporal, e não efêmera como o fast fashion, devido à natureza de suas matérias-primas. 

Mas, hoje, discutimos a associação do universo joalheiro com a moda na raiz de seus diversos significados, se pautando pelo seu sentindo mais amplo que é a “maneira ou costume mais predominante em um determinado grupo, em um determinado momento”. Partindo deste princípio, a moda é tudo que está relacionado à atualidade no mundo, desde as tendências de consumo às de comportamento de um período.  

Isto quer dizer que tudo que “está na moda” impulsiona uma atualização do posicionamento da joalheria. A lista deste “tudo está na moda” é imensa, mas vamos nos pautar em poucos, mas fundamentais, itens que impactam a visão do consumidor sobre o produto joia e, consequentemente, o negócio em si: 

Está na moda estar conectado 24 horas por dia 

Está na moda a compra pelos canais digitais 

Está na moda a manifestação de ideias e a busca pela reputação da marca pelas redes sociais 

Está na moda o compartilhamento de tudo 

Está na moda a não ostentação 

Está na moda as experiências inesquecíveis 

Está na moda trabalhar por um propósito 

Está na moda a transparência 

Depois de ler estes 8 itens básicos, gostaria que você respondesse com muita franqueza: sua empresa está na moda? 

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Se você respondeu sim, “minha empresa está na moda”, nós do IBGM gostaríamos muito de conhecer suas ações e de citar sua marca como case de sucesso do setor. Compartilhe conosco sua experiência. 

Se você respondeu não, “minha empresa não está na moda”, nós queremos lhe fazer outra pergunta: como você “acha” que está posicionada sua marca na mente do seu cliente? Você já fez esta pergunta a ele? 

A cada dia que estudamos o nosso setor, nos deparamos com uma joalheria que disputa uma concorrência pela renda do consumidor e pelo significado de outros produtos e serviços que “estão na moda”. Se por anos a joia figurava entre os três primeiros itens de uma wish list, hoje ela nem parece entre os dez, dependendo do público que você pesquisar. Acreditamos, portanto, que: 

Estar conectado hoje em dia não é um privilégio e nem um gosto particular dos jovens. O mundo está conectado, independente da faixa etária, e as marcas que trabalham o online e o off-line integrados, como um só negócio, tendem a manter próximo e permanente o contato com seu cliente. Não esqueça: ele não visita a sua loja física todos os dias, mas ele pode se conectar com sua marca a qualquer momento, todos os dias.  

Comprar pelos canais digitais já virou um hábito, principalmente pelos celulares. As plataformas evoluíram, estão mais amigáveis e seguras. E o formato de recebimento do produto é o cliente quem decide: ele pode receber em casa, no conforto do seu lar, ou ir retirar na loja ou em qualquer outro ponto de entrega da marca.  

Estar nas redes sociais é ser engajado e desprovido do medo da cópia. Se copiarem é porque seu produto é um sucesso e foi você quem saiu na frente. É mostrar que sua marca é vanguardista e está antenada. Mas, não é só isto. Conhecimento é bom e todo mundo gosta. Não basta criar o perfil e simplesmente publicar fotos de produtos. É orientar, ensinar e, principalmente, ouvir o cliente. É preciso estar atento diariamente a tudo o que falam nas suas páginas e a tudo o que falam da sua marca nas redes em geral. Deixar o cliente sem resposta? Nunca. As redes sociais são extensões de seu negócio e, convenhamos, muito mais ágeis para se relacionar, por exemplo. 

Compartilhar é uma nova forma de ter acesso a bens e serviços, que ainda está muito enraizada no público mais jovem. Porém, esse jovem de hoje, se não impactado corretamente, pode não vir a se tornar um futuro cliente. E o nosso setor parece não ter interesse em pensar em ações específicas, para públicos específicos com esta finalidade. Alguma vez uma joalheria assinou alguma campanha, por exemplo, com um grupo de amigas que trocam as joias entre si para um determinado evento? Para o millennial, “compartilhar é mais forte do que possuir”, mas ele não deixa de ser um consumidor. A medida que a economia compartilhada ganha força, cresce também a exigência do cliente sobre a comprovação da qualidade (design, acabamento, durabilidade) do que a marca o está oferendo, como forma de valorizar a escolha e justificar a sua compra.     

Ostentar não mais. O valor do luxo mudou, adotando simplicidade, design e estilo como valores. O luxo não precisa ficar preso ao conceito de algo “caro demais”; pode expandir o seu significado e papel para o Premium. E, neste sentido, Premium pode representar novas peças e novas soluções, inclusive de serviços e atendimento. Esse novo luxo é benéfico para todos os players da joalheira, com seus diferentes nichos de atuação, desde as joias bem leves às mais sofisticadas. 

Experienciar uma visita à loja, com a mesma forma de exposição do produto, com a mesma vitrina, com o mesmo padrão frio de atendimento, é inesquecível? Qual é a joalheria brasileira que têm um espaço de entretenimento, onde o showroom vem em segundo plano, por exemplo? A experiência inesquecível nem sempre exige grande investimento, ao contrário, pode ser proporcionada por uma simples forma de atendimento inesperada. O jovem cliente é um caçador de emoção, que investe seu dinheiro em experiências: ele paga pelo produto, mas não mais pela posse, e sim, pela sensação memorável durante a compra. 

Ter um propósito é o primeiro novo passo para conquistar o cliente que está de olho em marcas que se preocupam em ser melhores para o mundo e não ser apenas melhores que seus concorrentes. Segundo Edmour Saiani, “as marcas mais fortes e reconhecidas são as que existem por uma causa que move todos e que cuidam bem de todos os grupos que a ajudam a existir e evoluir”. O que move o seu cliente? É preciso incorporar valores mais humanos e de preocupação com os outros para ter sua simpatia. 

Ter transparência com todos os elos que a marca tem vínculos. Errar é normal, é humano, e, às vezes, necessário para o aprendizado. E o cliente está passível de entender quando eles acontecem, desde que essa relação de transparência e confiança não seja quebrada. Não esconda, não minta, não suma. Informe, oriente e responda. Tenha em mente que seu cliente é seu auditor diário. 


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Joia é um Bem Supérfluo?

Por Percio M. Branco

Muita gente provavelmente responderia à pergunta acima de modo afirmativo. Afinal, ninguém morre por não ter numa joia ou por perder uma joia que tinha. Mas, analisando o caso mais profundamente, vê-se que a resposta não é tão simples assim.

A criação de uma joia envolve, em termos bem resumidos, o trabalho do designer que a desenha no papel, do profissional que executa aquele projeto e por fim do joalheiro que vai vender a joia pronta.

Se ela inclui uma pedra preciosa, o que é normal, deve-se considerar o trabalho do garimpeiro que extraiu a pedra e as despesas que ele teve com equipamento e material de consumo. Se a gema foi produzida por uma empresa, há, além dessas despesas, também gastos com mão de obra, salários, impostos, taxas, etc.

Mas, a pedra preciosa não vai diretamente da mina ou garimpo para as mãos de quem cria ou produz a joia. Ela precisa ser lapidada. E, com o trabalho do lapidador, vêm também custos de material de consumo, equipamento, impostos, talvez aluguel, etc.

Além da lapidação, muitas gemas passam por processos de tratamento para melhorar ou modificar alguma propriedade física (geralmente a cor). E isso requer mais tecnologia, mão de obra, equipamento, material de consumo, impostos, etc.

O joalheiro que vai vender a joia pronta terá também suas despesas com impostos, salários dos vendedores, manutenção do espaço físico da loja, propaganda, etc. Se for um profissional consciente e realmente preocupado com a qualidade do produto que vende, talvez contrate um gemólogo para assegurar-se de que a pedra que está vendendo é realmente o que o fornecedor de gemas lhe disse ser.

Este gemólogo, por sua vez, não nasceu sabendo Gemologia; ele fez pelo menos um curso em alguma escola ou com algum gemólogo experiente.

Se eu fosse economista, provavelmente veria várias outras ramificações dessa cadeia produtiva, mas acho que isso é suficiente para mostrar o quanto de conhecimento, trabalho, material e outras despesas há por trás da beleza de uma joia. Ou seja, o quanto de renda e absorção de mão de obra ela proporciona.

Pense nisso quando olhar uma joia numa vitrine. Pense nisso quando o preço da joia lhe parecer muito alto. E pense nisso também quando ganhar uma joia de presente.

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EXPERIÊNCIA DE COMPRA - Como torná-la marcante nos pequenos negócios de moda


Muitos estabelecimentos buscam se diferenciar dos demais e fazer do processo de venda uma experiência atraente. A experiência de consumo no ponto de venda (PDV) pode ter um valor maior que a venda em si. Pode fazer com que o consumidor volte à loja, sinta-se confortável no local e recomende-o para outras pessoas.

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"Mesmo que o PDV não tenha perdido sua importância frente ao crescimento do e-commerce, é importante que os empresários utilizem a tecnologia digital no seu ponto físico." - Sebrae Inteligência Setorial

Para visualizar o boletim completo, clique aqui.

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Biojoias - Mercado em expansão e potencial de exportação

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

O mercado de biojoias tem grande potencial e está em constante crescimento. Com os consumidores cada vez antenados em questões que envolvem o meio ambiente, critérios de sustentabilidade aliados à originalidade e à beleza das peças favorecem esse nicho de mercado, inclusive para exportação.

biojoias
"O beneficiamento das sementes é muito importante para prolongar a vida útil da biojoia. Como os insumos para a confecção são, na maioria das vezes, orgânicos, alguns cuidados são necessários para garantir a durabilidade da peça." - Sebrae Inteligência Setorial.

Tenha acesso ao conteúdo completo fazendo o download, clique aqui!

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EXPERIÊNCIA DE COMPRA - Como torná-la marcante nos pequenos negócios de moda

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

Muitos estabelecimentos buscam se diferenciar dos demais e fazer do processo de venda uma experiência atraente. A experiência de consumo no ponto de venda (PDV) pode ter um valor maior que a venda em si. Pode fazer com que o consumidor volte à loja, sinta-se confortável no local e recomende-o para outras pessoas.

experiência de compra

"Mesmo que o PDV não tenha perdido sua importância frente ao crescimento do e-commerce, é importante que os empresários utilizem a tecnologia digital no seu ponto físico." - Sebrae Inteligência Setorial

Para visualizar o boletim completo, clique aqui.

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Cinco dicas para ir bem em uma Feira de Negócios

Fonte: lifeandstyle.com.br

Numa época de mercado instável, concorrência acirrada, e desafios para crescimento, investir em feiras e eventos, além de um dispositivo de divulgação de conceitos e exposição de produtos, é uma ótima solução para criar uma diferenciação competitiva.

O consultor do Sistema AJORIO, Marcelo Novaes, que já realizou diversos treinamentos em nossa sede destaca cinco dicas para que sua participação em feiras de negócios possa ser ainda mais produtiva.

1. POSICIONAMENTO – mapeie seu negócio e o mercado.

A primeira – e muitas vezes esquecida – dica para o sucesso do investimento numa feira de negócios é passar por uma avaliação SWOT. Esta ferramenta amplamente difundida no meio do marketing é fundamental para que a marca perceba as forças, fraquezas de sua empresa e ameaças e fraquezas de seus concorrentes. Essa análise facilita o discurso de apresentação e posicionamento durante a feira.

2. MIX DE PRODUTOS – conheça seu público, escolha produtos certos.

A curadoria do mix de produtos é fundamental para alinhar acertos tanto de vendas, como na divulgação institucional da marca. Um mix de produtos conceituais e comerciais funciona para expandir a atuação que se espera ter como resultado da feira. A escolha deve estar de acordo com o projeto de layout do estande.

3. VISUAL MERCHANDISING

A seleção dos produtos é fundamental para um projeto de visual merchandising interessante, que comunique clareza e atraia o público. A definição prévia do layout do estande pode influenciar a melhor exposição, a narrativa de apresentação e propor ideias de jogos de produtos a serem promovidos em conjunto. Um VM organizado mostra profissionalismo e, se planejado com antecedência, pode até mesmo eliminar problemas emergenciais na hora da montagem do estande.

4. PLANO DE MARKETING

Elaborar uma apresentação de produtos virtual pode ser muito valioso. Ser organizado para registrar os contatos de compradores e visitantes será fundamental para ações de marketing pós-evento. Pen drives para serem distribuídos para visitantes e compradores em potencial pode ser uma ótima iniciativa. Lembrando que a participação de feiras visa promover a visibilidade das marcas, é válido pensar em brindes que possam ser disponibilizados para visitantes especiais. Filmes que mostrem o processo de criação dos produtos é uma estratégia envolvente e conquista interesse de fãs para a marca.

5. LISTAGEM DE PREÇOS

É fundamental seguir para o evento com preços pré-definidos. Mesmo visando vendas em quantidade, é muito importante perceber a política de preços que será adotada. Uma dica é definir o valor mínimo do produto e depois deixar para o comprador adicionar o seu mark up. Uma lista digital, de fácil acesso, pode ser a melhor e mais profissional ferramenta. Afinal, vender é um dos objetivos das feiras.

Aproveitando o ensejo, o Sistema AJORIO convidou o Editor do site Life and Style, Marcelo Novaes, para falar mais detalhadamente sobre o assunto. A capacitação acontecerá no auditório da AJORIO (Av. Graça Aranha, 19, 404 - Centro), dia 28/07 às 9h.

Para saber mais, clique aqui.

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