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Artigos em Destaque

Sua empresa está na moda?

Por Erica Mendes

A relação de amor e ódio da joalheria com a moda é antiga. Ora a joia está próxima da moda ligada ao vestuário, como acessório fundamental para completar o look, ora está totalmente desassociada por entendermos que ela é atemporal, e não efêmera como o fast fashion, devido à natureza de suas matérias-primas. 

Mas, hoje, discutimos a associação do universo joalheiro com a moda na raiz de seus diversos significados, se pautando pelo seu sentindo mais amplo que é a “maneira ou costume mais predominante em um determinado grupo, em um determinado momento”. Partindo deste princípio, a moda é tudo que está relacionado à atualidade no mundo, desde as tendências de consumo às de comportamento de um período.  

Isto quer dizer que tudo que “está na moda” impulsiona uma atualização do posicionamento da joalheria. A lista deste “tudo está na moda” é imensa, mas vamos nos pautar em poucos, mas fundamentais, itens que impactam a visão do consumidor sobre o produto joia e, consequentemente, o negócio em si: 

Está na moda estar conectado 24 horas por dia 

Está na moda a compra pelos canais digitais 

Está na moda a manifestação de ideias e a busca pela reputação da marca pelas redes sociais 

Está na moda o compartilhamento de tudo 

Está na moda a não ostentação 

Está na moda as experiências inesquecíveis 

Está na moda trabalhar por um propósito 

Está na moda a transparência 

Depois de ler estes 8 itens básicos, gostaria que você respondesse com muita franqueza: sua empresa está na moda? 

suaempresaestanamoda

Se você respondeu sim, “minha empresa está na moda”, nós do IBGM gostaríamos muito de conhecer suas ações e de citar sua marca como case de sucesso do setor. Compartilhe conosco sua experiência. 

Se você respondeu não, “minha empresa não está na moda”, nós queremos lhe fazer outra pergunta: como você “acha” que está posicionada sua marca na mente do seu cliente? Você já fez esta pergunta a ele? 

A cada dia que estudamos o nosso setor, nos deparamos com uma joalheria que disputa uma concorrência pela renda do consumidor e pelo significado de outros produtos e serviços que “estão na moda”. Se por anos a joia figurava entre os três primeiros itens de uma wish list, hoje ela nem parece entre os dez, dependendo do público que você pesquisar. Acreditamos, portanto, que: 

Estar conectado hoje em dia não é um privilégio e nem um gosto particular dos jovens. O mundo está conectado, independente da faixa etária, e as marcas que trabalham o online e o off-line integrados, como um só negócio, tendem a manter próximo e permanente o contato com seu cliente. Não esqueça: ele não visita a sua loja física todos os dias, mas ele pode se conectar com sua marca a qualquer momento, todos os dias.  

Comprar pelos canais digitais já virou um hábito, principalmente pelos celulares. As plataformas evoluíram, estão mais amigáveis e seguras. E o formato de recebimento do produto é o cliente quem decide: ele pode receber em casa, no conforto do seu lar, ou ir retirar na loja ou em qualquer outro ponto de entrega da marca.  

Estar nas redes sociais é ser engajado e desprovido do medo da cópia. Se copiarem é porque seu produto é um sucesso e foi você quem saiu na frente. É mostrar que sua marca é vanguardista e está antenada. Mas, não é só isto. Conhecimento é bom e todo mundo gosta. Não basta criar o perfil e simplesmente publicar fotos de produtos. É orientar, ensinar e, principalmente, ouvir o cliente. É preciso estar atento diariamente a tudo o que falam nas suas páginas e a tudo o que falam da sua marca nas redes em geral. Deixar o cliente sem resposta? Nunca. As redes sociais são extensões de seu negócio e, convenhamos, muito mais ágeis para se relacionar, por exemplo. 

Compartilhar é uma nova forma de ter acesso a bens e serviços, que ainda está muito enraizada no público mais jovem. Porém, esse jovem de hoje, se não impactado corretamente, pode não vir a se tornar um futuro cliente. E o nosso setor parece não ter interesse em pensar em ações específicas, para públicos específicos com esta finalidade. Alguma vez uma joalheria assinou alguma campanha, por exemplo, com um grupo de amigas que trocam as joias entre si para um determinado evento? Para o millennial, “compartilhar é mais forte do que possuir”, mas ele não deixa de ser um consumidor. A medida que a economia compartilhada ganha força, cresce também a exigência do cliente sobre a comprovação da qualidade (design, acabamento, durabilidade) do que a marca o está oferendo, como forma de valorizar a escolha e justificar a sua compra.     

Ostentar não mais. O valor do luxo mudou, adotando simplicidade, design e estilo como valores. O luxo não precisa ficar preso ao conceito de algo “caro demais”; pode expandir o seu significado e papel para o Premium. E, neste sentido, Premium pode representar novas peças e novas soluções, inclusive de serviços e atendimento. Esse novo luxo é benéfico para todos os players da joalheira, com seus diferentes nichos de atuação, desde as joias bem leves às mais sofisticadas. 

Experienciar uma visita à loja, com a mesma forma de exposição do produto, com a mesma vitrina, com o mesmo padrão frio de atendimento, é inesquecível? Qual é a joalheria brasileira que têm um espaço de entretenimento, onde o showroom vem em segundo plano, por exemplo? A experiência inesquecível nem sempre exige grande investimento, ao contrário, pode ser proporcionada por uma simples forma de atendimento inesperada. O jovem cliente é um caçador de emoção, que investe seu dinheiro em experiências: ele paga pelo produto, mas não mais pela posse, e sim, pela sensação memorável durante a compra. 

Ter um propósito é o primeiro novo passo para conquistar o cliente que está de olho em marcas que se preocupam em ser melhores para o mundo e não ser apenas melhores que seus concorrentes. Segundo Edmour Saiani, “as marcas mais fortes e reconhecidas são as que existem por uma causa que move todos e que cuidam bem de todos os grupos que a ajudam a existir e evoluir”. O que move o seu cliente? É preciso incorporar valores mais humanos e de preocupação com os outros para ter sua simpatia. 

Ter transparência com todos os elos que a marca tem vínculos. Errar é normal, é humano, e, às vezes, necessário para o aprendizado. E o cliente está passível de entender quando eles acontecem, desde que essa relação de transparência e confiança não seja quebrada. Não esconda, não minta, não suma. Informe, oriente e responda. Tenha em mente que seu cliente é seu auditor diário. 


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Joia é um Bem Supérfluo?

Por Percio M. Branco

Muita gente provavelmente responderia à pergunta acima de modo afirmativo. Afinal, ninguém morre por não ter numa joia ou por perder uma joia que tinha. Mas, analisando o caso mais profundamente, vê-se que a resposta não é tão simples assim.

A criação de uma joia envolve, em termos bem resumidos, o trabalho do designer que a desenha no papel, do profissional que executa aquele projeto e por fim do joalheiro que vai vender a joia pronta.

Se ela inclui uma pedra preciosa, o que é normal, deve-se considerar o trabalho do garimpeiro que extraiu a pedra e as despesas que ele teve com equipamento e material de consumo. Se a gema foi produzida por uma empresa, há, além dessas despesas, também gastos com mão de obra, salários, impostos, taxas, etc.

Mas, a pedra preciosa não vai diretamente da mina ou garimpo para as mãos de quem cria ou produz a joia. Ela precisa ser lapidada. E, com o trabalho do lapidador, vêm também custos de material de consumo, equipamento, impostos, talvez aluguel, etc.

Além da lapidação, muitas gemas passam por processos de tratamento para melhorar ou modificar alguma propriedade física (geralmente a cor). E isso requer mais tecnologia, mão de obra, equipamento, material de consumo, impostos, etc.

O joalheiro que vai vender a joia pronta terá também suas despesas com impostos, salários dos vendedores, manutenção do espaço físico da loja, propaganda, etc. Se for um profissional consciente e realmente preocupado com a qualidade do produto que vende, talvez contrate um gemólogo para assegurar-se de que a pedra que está vendendo é realmente o que o fornecedor de gemas lhe disse ser.

Este gemólogo, por sua vez, não nasceu sabendo Gemologia; ele fez pelo menos um curso em alguma escola ou com algum gemólogo experiente.

Se eu fosse economista, provavelmente veria várias outras ramificações dessa cadeia produtiva, mas acho que isso é suficiente para mostrar o quanto de conhecimento, trabalho, material e outras despesas há por trás da beleza de uma joia. Ou seja, o quanto de renda e absorção de mão de obra ela proporciona.

Pense nisso quando olhar uma joia numa vitrine. Pense nisso quando o preço da joia lhe parecer muito alto. E pense nisso também quando ganhar uma joia de presente.

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EXPERIÊNCIA DE COMPRA - Como torná-la marcante nos pequenos negócios de moda


Muitos estabelecimentos buscam se diferenciar dos demais e fazer do processo de venda uma experiência atraente. A experiência de consumo no ponto de venda (PDV) pode ter um valor maior que a venda em si. Pode fazer com que o consumidor volte à loja, sinta-se confortável no local e recomende-o para outras pessoas.

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"Mesmo que o PDV não tenha perdido sua importância frente ao crescimento do e-commerce, é importante que os empresários utilizem a tecnologia digital no seu ponto físico." - Sebrae Inteligência Setorial

Para visualizar o boletim completo, clique aqui.

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Biojoias - Mercado em expansão e potencial de exportação

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

O mercado de biojoias tem grande potencial e está em constante crescimento. Com os consumidores cada vez antenados em questões que envolvem o meio ambiente, critérios de sustentabilidade aliados à originalidade e à beleza das peças favorecem esse nicho de mercado, inclusive para exportação.

biojoias
"O beneficiamento das sementes é muito importante para prolongar a vida útil da biojoia. Como os insumos para a confecção são, na maioria das vezes, orgânicos, alguns cuidados são necessários para garantir a durabilidade da peça." - Sebrae Inteligência Setorial.

Tenha acesso ao conteúdo completo fazendo o download, clique aqui!

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EXPERIÊNCIA DE COMPRA - Como torná-la marcante nos pequenos negócios de moda

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

Muitos estabelecimentos buscam se diferenciar dos demais e fazer do processo de venda uma experiência atraente. A experiência de consumo no ponto de venda (PDV) pode ter um valor maior que a venda em si. Pode fazer com que o consumidor volte à loja, sinta-se confortável no local e recomende-o para outras pessoas.

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"Mesmo que o PDV não tenha perdido sua importância frente ao crescimento do e-commerce, é importante que os empresários utilizem a tecnologia digital no seu ponto físico." - Sebrae Inteligência Setorial

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